Nacionais - São Luíz

O que fazer - geral

Sol o ano inteiro

A capital maranhense atrai milhares de turistas para conhecer os seus inúmeros passeios, em sua maioria, feitos ao ar livre. A orla marítima é recheada de praias das mais belas que pode se imaginar. A infra-estrutura na costa é muito desenvolvida, com bares ao longo da praia. Quanto à vida noturna, as baladas em sua maioria apostam na cultura local, além, é claro, do folclore. A cidade investe no turismo e com isso, há muitos hotéis na cidade formando uma mega estrutura hoteleira.

O essencial

*DDD: 98

*Informações turísticas: www.turismo.ma.gov.br

*Transporte: prefira andar de táxi. Como as ruas têm dois ou três nomes – o antigo, o popular e o novo -, você não conseguiria se localizar

*Melhor época: junho, quando acontece o bumba-meu-boi. A brincadeira é típica no Maranhão, mas converge para a capital durante os dez dias finais desse mês. Centenas de grupos, vindos de todo o estado, invadem ruas e clubes, transformando esse ex-território francês num imenso terreiro caboclo

*Anote aí: os bailes de reggae não têm lugar marcado. Para saber onde estão rolando, ouça as rádios FM Natty Naifson e Itamaraty

 

29_saoluisponte_ma Avenida_Colares_Moreira_-_São_Luís Reviver Sao Luis Maranhao sao-luis_003

Dicas

São Luís – a capital do Maranhão e do Reggae

Até meados dos anos 60, a capital do Maranhão era a soma do Centro Histórico e dos bairros a seu redor, conjunto que hoje é Patrimônio Histórico da Humanidade. Essas paragens junto da confluência dos rios Anil e Bacanga eram uma terra de praias semidesertas salpicada por sítios e cabanas de pescadores. Ir até lá exigia jornadas de barco, água e merenda. Mas em meados dos anos 60, com a construção de uma ponte, a ilha cresceu. Sob certos aspectos, continua ostentando a tradição, o bucolismo e o folclore de sempre. Mas brotou entre os ludovicenses (é esse o nome de quem nasce lá) uma nova vida, à sombra de edifícios modernos, shopping centers e hamburguerias de grife. É essa mistura que torna a capital maranhense tão interessante.

Quando não existia a tal ponte, o biquíni, a caipirinha, as praias eram só o lado de lá. Hoje, a orla começa na Ponta d’Areia (o mais lindo pôr-do-sol) e segue pelas praias de São Marcos, Calhau, Olho d’Água e Araçagi, onde se combinam numa colorida rotina: futebol, jogging, reggae, pagode e carros na areia. A Avenida Litorânea nem de longe lembra a do Rio. A não ser pelas calçadas largas, pela iluminação bem resolvida e por poucos restaurantes e sorveterias, o cenário é o mesmo de décadas atrás. E ainda resistem as dunas cobertas por cajueiros e trançadas por trilhas, tudo bem junto da pista. Quando o vento bate forte (quase sempre) o asfalto some sob a areia. Não nutra expectativas quanto às praias. Apesar da alma caribenha que o reggae empresta, o mar não cintila de azul, a areia não é branca nem há profusão de coqueiros. A maior atração de São Luís é o jeito de falar, calçado em bom português, e os hábitos sui generis produzidos pela mestiçagem, que reforçam a idéia de que estamos em outro Nordeste, outro país ou outro mundo!

Unfortunately there are no hotels at this location at the moment.

Unfortunately there are no self-catering offers at this location at the moment.

Unfortunately there are no tour offers at this location at the moment.