Internacionais - Caribe

O que fazer - geral

O mar é sempre lindo, basta escolher o acompanhamento. Pirâmides maias? Gastronomia francesa? Reggae? Você decide

Você sabe o que quer. Uma praia de areia fina e branquíssima. Um mar tranqüilo e sem ondas, ou seja: uma piscina, só que de água salgada, sem bordas e freqüentada por peixinhos que venham se exibir bem em frente ao visor do seu snorkel. E há a questão da cor, naturalmente. A água precisa ter um daqueles infinitos tons que o nosso vocabulário, limitado a azul-celeste, azul-bebê, azul-turquesa e verde-água, não dá conta de descrever. Então você abre o mapa e descobre que a praia que procura pode estar em mais de 50 destinos. Pode estar numa ilhona ou numa ilhota; pode estar no continente; pode estar num país de verdade ou numa possessão européia. Por onde começar? Ora, comece viajando por todos os lugares descubra o que cada um tem de especial para escolher o seu pedacinho de paraíso.

*Língua: a despeito do idioma oficial, em quase todos os lugares é possível se comunicar em inglês; em muitos dá para se virar em “portunhol”

*Moeda: o dólar, o euro e a libra são aceitos na maioria das ilhas; o troco, porém, costuma vir na moeda local

*Visto: México, Cuba e todos os territórios franceses (com exceção de St.-Martin) exigem visto de entrada de brasileiros. Os países e territórios ligados à Comunidade Britânica, à Holanda, à Colômbia, à Venezuela e ao Panamá não exigem visto. Lembre-se: se você passar por Miami ou por Porto Rico, vai precisar de visto válido para os Estados Unidos

*Melhor época: a alta estação no Caribe vai de dezembro a abril, quando o sol brilha mas a temperatura dificilmente supera os 29 ºC. É a época preferida dos americanos – e por isso a mais cara. Maio e junho trazem mais calor e preços menores. De julho a novembro (com exceção dos destinos ao sul, como Aruba, Curaçao, Los Roques e Margarita)

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Dicas

Aruba
Na ensolarada Holanda dos trópicos há praias cotadas entre as melhores do Caribe
Aruba é um sucesso entre os turistas por um monte de razões: praia de areia branca e mar turquesa, cassinos e vida noturna de primeira, resorts com excelente infra-estrutura, gastronomia variada e bons pacotes inclusive para brasileiros. Para os amantes de windsurfe, tem mais um ponto a favor: ventos perfeitos para a atividade. A ilha também é uma das poucas do Caribe que não sofrem com os furacões que assolam a região. A chuva quase não dá as caras; são apenas 43 milímetros por ano, concentrados entre outubro e janeiro (mas sem fazer você perder nem um dia de praia).
Apesar da colonização holandesa, Aruba hoje mais parece um território avançado dos Estados Unidos as placas são em inglês, e a estrutura de turismo é montada ao gosto americano: hotéis confortáveis, serviço eficiente e porções generosas nos restaurantes. Aproveite também a hospitalidade da ilha. Além dos vôos diretos, Aruba nos espera com duas churrascarias brasileiras e uma língua o papiamento baseada numa mistura de idiomas que inclui o português. Quando perguntarem “Com ta bai?”, responda “Mi ta bom!”
*DDI: 297
*Línguas oficiais: holandês e papiamento, mas o inglês é universal e o espanhol é falado e compreendido por quase todos
*Moeda: a moeda oficial é o florim, também chamada de guilder (apesar de ter o mesmo nome, é diferente da moeda de Curaçao, Bonaire e Saint Maarten). O dólar é amplamente usado – dá para tirar dólares no caixa automático e receber dólares de troco em lojas e restaurantes
*Visto: não é necessário
*Informações turísticas: www.visitaruba.com
*Hora local: – 1h
*Melhor época: o tempo é bom e os preços são mais baixos na baixa estação, de abril a dezembro
*Chamadas a cobrar: não é possível fazer ligações a cobrar para o Brasil. Use cartão telefônico
Onde é melhor passear
Além dos cassinos dos hotéis de Palm Beach, conheça o ALHAMBRA (L. G. Smith Blvd., 47, 583-5000), que é o maior da ilha, em Eagle Beach, e o CRYSTAL CASINO (L. G. Smith Blvd., 82, 583-6000), do HOTEL
RENAISSANCE, em Oranjestad.
O centrinho de Oranjestad tem lojas de grifes e cosméticos
Onde é melhor comer
PALM BEACH
ELEONORA’S OPEN CRAZY GRILL – experimente as costelinhas de porco. – L. G. Smith Blvd., 330, 586-9449.
BENIHAMA – mate a saudade de sushi – J.E. Irausquin Blvd., 370-A, 586-6789.
ORANJESTAD
QUÉ PASA? – Vale a visita. – Wilhelminastraat, 2, 583-4888.
CUBA’S COOKING – perfeito para jantar. – Wilhelminastraat, 27, 588-0627; Cc: A, M, V.
WARUNG ENAH – Fora da rota dos turistas, experimente a comida surinamesa (de influência indonésia) – De La Sallestraat, 1, 588-7872.
CHARLIE’S BAR – prove os frutos do mar – Main Street, San Nicolas, 584-1640.
BRISAS DEL MAR – boa comida típica. – Savaneta, 22A, 584-7718.
Saint Barth
A Saint-Tropez dos trópicos, a Malibu do Caribe: se existisse uma ilha da revista People, seria essa!
Poucas praias, nenhum resort, muitas villas para alugar por temporada, inúmeros restaurantes, algumas das lojas mais interessantes do Caribe, um porto onde não atracam navios grandes e um aeroporto que só comporta teco-tecos bem-vindo à ilha mais exclusiva do Caribe: Saint-Barthélemy (Saint Barth, para os íntimos, ou St. Bart’s, para os americanos).
Em nenhuma outra ilha do Caribe (está bem, talvez em Mustique, nas Grenadinas) é possível achar tantas celebridades (de Havaianas, ou descalças) por metro quadrado. Se você quer ganhar a vida como paparazzo, vai ter de pegar um dos aviõezinhos dos anos 40 que saem de St. Maarten e aterrissam no aeroporto de pista mais curta que você terá a oportunidade de conhecer.
Hoje St.-Barth é a ilha mais cobiçada do Caribe. Mas nem sempre foi assim. Antes de se tornar um paraíso de milionários, teve um período de trevas com praias sujas e falta de água potável. É só perguntar aos habitantes mais antigos da ilha. Hoje eles dividem espaço com magnatas e bon-vivants que se hospedam nos pequenos hotéis e nas villas de aluguel.
O portinho da capital, Gustavia, está sempre repleto de iates que competem para ser o mais poderoso. As lojas não são de grifes famosas: são de grifes exclusivas, que só existem em St.-Barth, e tornam a experiência de fazer compras na ilha ainda mais interessante. E, se você não fala francês, não tem problema: juntamente com a vizinha St.-Martin, St.-Barth é o único cantinho da França onde todo mundo fala inglês numa boa.
Onde é melhor comer
MAYA’S – O restaurante mais famoso da ilha, tem uma deli perfeita para piqueniques na praia: a Maya’s To Go. – Les Galeries du Commerce, St.-Jean, 5905/9029-8370.
DO BRAZIL – Para almoçar tarde vendo o mar. – Shell Beach, 5905/9027-9696.
NIKKI BEACH – Tem ótima vista para o mar. – St.-Jean, 5905/9027-6464.
LE SÉLECT – Para admirar o frege – Rue du Centennaire, 5905/9027-8687.

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